A nossa capacidade de criar politicas que permitam a inclusão social de grupos minoritários pode ser a resposta a outro desafio. Este aspecto, muito apreciado no discurso politico, e mal conduzido na realidade prática, tornou-se extremamente importante nos dias de hoje. Os ataques terroristas em Espanha e na Inglaterra não foram conduzidos por afegãos mas sim por filhos de imigrantes que lucraram de todas as liberdades dadas pela sociedade Ocidental mas que nunca conseguiram inserir-se totalmente. A não participação activa social dessas minorias é um grave sintoma de exclusão social. Na Inglaterra culminou com atentados à bomba.
A França sofreu quando os pobres dos subúrbios se revoltaram naquilo que eu gosto de chamar “A revolta dos excluídos”. Esses pobres eram jovens e filhos de imigrantes (na grande maioria do norte de África) que nunca conseguiram encontrar o seu lugar na sociedade. Na França a não inclusão social culminou com uma revolta dos jovens.
Letras soltas de 4 epilépticos neuróticos... religiosos até ao tutano portanto!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Multiculturalismo e choque de valores - parte I
Um dos grandes desafios da sociedade moderna consiste em saber como manter uma sociedade coesa quando os seus constituintes não se vêm ligados por uma cultura comum. A língua, os valores humanos, a cor, a religião, os interesses académicos, etc… são importantes para a definição do “eu” e da forma como esse “eu” deve interagir socialmente.
O multiculturalismo tem a vantagem de obrigar a pessoa a identificar-se com mais identidades. O aumento do número de identidades com que a pessoa se identifica (culturais, desportivas, humanas, académicas, ideológicas) implica uma maior coesão da sociedade e participação dos seus diferentes membros. No entanto, acarreta, também um maior desafio e uma ameaça à sustentabilidade dessa mesma sociedade.
O multiculturalismo tem a vantagem de obrigar a pessoa a identificar-se com mais identidades. O aumento do número de identidades com que a pessoa se identifica (culturais, desportivas, humanas, académicas, ideológicas) implica uma maior coesão da sociedade e participação dos seus diferentes membros. No entanto, acarreta, também um maior desafio e uma ameaça à sustentabilidade dessa mesma sociedade.
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PENSAMENTOS
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Fundamentalismo religioso: quem é fundamentalista?
Gosto bastante de pegar num livro ou ver na televisão qualquer programa que fale sobre as relações da ciência e da religião - especialmente a cristâ. E sinceramente ainda não consegui compreender como é que se faz a distinção entre católicos fundamentalistas e não fundamentalistas.
Se uma pessoa é cristã e acredita que o mundo foi criado há 4000 anos (mais coisa menos coisa) considera-se que é fundamentalista. Chamam-se a estes cristãos, criacionistas. Toda a gente sabe que o nosso belo planeta existe faz alguns milhões de anos. A geologia apresenta provas esmagadoras da idade deste 3º calhau a contar do Sol. Portanto qualquer cristão que acredite nisso é fundamentalista. Não sabe ler o génesis, nem coisa que se pareça.
Se uma pessoa é cristã e acredita que o mundo foi criado há 4000 anos (mais coisa menos coisa) considera-se que é fundamentalista. Chamam-se a estes cristãos, criacionistas. Toda a gente sabe que o nosso belo planeta existe faz alguns milhões de anos. A geologia apresenta provas esmagadoras da idade deste 3º calhau a contar do Sol. Portanto qualquer cristão que acredite nisso é fundamentalista. Não sabe ler o génesis, nem coisa que se pareça.
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SÁTIRAS RELIGIOSAS
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quarta-feira, 25 de março de 2009
A Favor da distribuição gratuita de camisinhas
Fiquei muito feliz com a notícia de que os centros de saúde iriam começar a distribuir camisinhas gratuitamente a todas as pessoas sem levar em linha de conta a sua necessidade das mesmas. Até porque a necessidade surge quando nós não estamos à espera. Eu sou um grande adepto Fiquei muito feliz com a notícia de que os centros de saúde iriam começar a distribuir camisinhas gratuitamente a todas as pessoas sem levar em linha de conta a sua necessidade das mesmas. Até porque a necessidade surge quando nós não estamos à espera. Eu sou um grande adepto do uso de camisinhas. Quase fanático mesmo.
A primeira grande vantagem é que já não preciso gastar dinheiro em balões no carnaval. As camisinhas saem mais baratas uma vez que são de borla. É só enche-las de água e mandá-las ao primeiro parvo que se meter à minha frente. Parvo esse que eu espero, não seja o médico que mas deu.
A primeira grande vantagem é que já não preciso gastar dinheiro em balões no carnaval. As camisinhas saem mais baratas uma vez que são de borla. É só enche-las de água e mandá-las ao primeiro parvo que se meter à minha frente. Parvo esse que eu espero, não seja o médico que mas deu.
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SÁTIRAS SOCIAIS
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terça-feira, 24 de março de 2009
O Fim do Mundo
Aconselho a todos os leitores o último filme de Nicolas Cage, sobre o fim do mundo. Evidentemente que se o leitor ler este texto daqui a 5 anos, este já não terá sido o último filme de Nicolas Cage. No entanto, presume-se que o fim do mundo estará mais perto pelo que esta sátira ainda terá mais validade.
Após o filme, pensei seriamente no que faria se soubesse que o mundo iria acabar rapidamente, como vítima de uma explosão solar. Nos poucos momentos antes da explosão e no pouco tempo que os seus efeitos se fariam sentir na terra o que é que eu faria? Como não podia deixar de ser quando pensei nisto só me ocorreu uma coisa: dar umas belas cambalhotas.
Após o filme, pensei seriamente no que faria se soubesse que o mundo iria acabar rapidamente, como vítima de uma explosão solar. Nos poucos momentos antes da explosão e no pouco tempo que os seus efeitos se fariam sentir na terra o que é que eu faria? Como não podia deixar de ser quando pensei nisto só me ocorreu uma coisa: dar umas belas cambalhotas.
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SÁTIRAS SEXUAIS
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