Diga-me como é possível Sr. Juiz? Uma criança que viveu com uma família, que a amou, durante 4 anos é assim retirada da família para um canto obscuro da Rússia onde encontra uma mãe que lhe bate e lhe dá cerveja como pequeno almoço? Desde quando se tira uma criança de um lar estável para se a enterrar nos braços de uma alcoólica que a abandonou? DESDE QUANDO??? Diga-me lá Sr.º Juiz?
E que consciência é a sua que permitiu esta ofensa grotesca ao bom senso? Não é preciso nenhum curso de Direito para se perceber que a criança deveria ter ficado com a família de acolhimento. E SE FOI A FAMÍLIA DE ACOLHIMENTO QUE A AMOU, ENTÃO, ESSA É A SUA VERDADEIRA FAMÍLIA.
Letras soltas de 4 epilépticos neuróticos... religiosos até ao tutano portanto!
sexta-feira, 29 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Capadócia e turismo
Parece ter sido um sucesso, a visita do nosso Presidente à Turquia. Gostei particularmente das noticias que hoje passaram nos jornais, onde se mostrava o casal presidencial a visitar Capadócia, um destino turístico bastante apelativo.
A primeira dama lá falava de como desejava conhecer a Capadócia faz vários anos. E, num grande sinal de amor, Cavaco lá se lembrou de levar a esposa durante a visita presidencial. Só gostava mesmo de saber se aquela visita para satisfação pessoal da esposa foi paga com o dinheiro dos contribuintes. É que com esse dinheiro eu também sou capaz de fazer muitas demonstrações de amor àqueles que me são mais próximos. Infelizmente não lhe tenho acesso, apesar de ser um contribuinte.
A primeira dama lá falava de como desejava conhecer a Capadócia faz vários anos. E, num grande sinal de amor, Cavaco lá se lembrou de levar a esposa durante a visita presidencial. Só gostava mesmo de saber se aquela visita para satisfação pessoal da esposa foi paga com o dinheiro dos contribuintes. É que com esse dinheiro eu também sou capaz de fazer muitas demonstrações de amor àqueles que me são mais próximos. Infelizmente não lhe tenho acesso, apesar de ser um contribuinte.
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domingo, 17 de maio de 2009
Existem raças? - parte II
Há outras diferenças grandes entre as raças que não se restringem à cor da pele. A força física, os pelos do organismo, hormonas sexuais, características sexuais secundárias, a forma das ancas, a acumulação de gordura na cintura (a famosa bunda das mulheres negras), etc… existe toda uma vasta gama de diferenças entre negros, caucasianos e asiáticos e são essas vastas diferenças que definem raças (isto não significa que não exista uma grande variabilidade dentro de uma mesma raça. Para tal basta comparar nórdicos com eslavos e latinos). Mas encontram-se mais semelhanças entre esses diferentes grupos de uma mesma raça do que se encontram entre diferentes raças.
Algumas pessoas pensam que se dividíssemos as pessoas por altura tínhamos novas raças. Enganam-se porque em média os negros são maiores que os caucasianos e os caucasianos mais altos que os asiáticos. E o que vale para o corpo todo também vale para outras partes. No fundo o negro, o caucasiano e o asiático não são mais que seres humanos extremamente bem adaptados a ambientes diferentes.
Algumas pessoas pensam que se dividíssemos as pessoas por altura tínhamos novas raças. Enganam-se porque em média os negros são maiores que os caucasianos e os caucasianos mais altos que os asiáticos. E o que vale para o corpo todo também vale para outras partes. No fundo o negro, o caucasiano e o asiático não são mais que seres humanos extremamente bem adaptados a ambientes diferentes.
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sábado, 16 de maio de 2009
Existem raças? - parte I
Recentemente deparei-me com um livro bastante interessante mas que a certa altura afirmava que as raças humanas não existem. Que são construções sociais. Assim se em vez de dividir-mos os grupos humanos por cor de pele os dividíssemos por altura ou por peso teríamos raças diferentes das actuais. Talvez esta afirmação esteja correcta e as raças não sejam mais do que construções sociais. Mas se assim é façamos uma outra pergunta: porque é que um médico patologista olhando para 3 esqueletos diferentes consegue dizer qual deles pertence a um oriental, a um caucasiano ou a um negro? E já que estamos a falar de ossos façamos outra pergunta: porque é que um dos factores de risco na osteoporose é pertencer à raça caucasiana e/ou asiática?
A Sociologia na sua determinação romântica de explicar o ser humano como construção social acaba por se tornar incapaz de dar resposta a muitas questões relativamente ao ser humano (esta incapacidade deve-se ao facto de não ser a única ciência com capacidade de compreender o ser humano). Isto porque essas questões são mais complexas do que à primeira vista parecem. Para a Sociologia a questão de raças está baseado nas diferenças de pele o que é falso. A pele é só mais uma das muitas diferenças. E por diferente eu não compreendo inferior ou superior mas somente adaptado a ambientes diferentes.
A Sociologia na sua determinação romântica de explicar o ser humano como construção social acaba por se tornar incapaz de dar resposta a muitas questões relativamente ao ser humano (esta incapacidade deve-se ao facto de não ser a única ciência com capacidade de compreender o ser humano). Isto porque essas questões são mais complexas do que à primeira vista parecem. Para a Sociologia a questão de raças está baseado nas diferenças de pele o que é falso. A pele é só mais uma das muitas diferenças. E por diferente eu não compreendo inferior ou superior mas somente adaptado a ambientes diferentes.
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Casei com um muçulmano e não fiquei mais inteligente por isso
A história é sobre um senhora, Elsa Torres, que casou com um muçulmano e depois de se ver privada dos seus direitos e ser obrigada a fugir, deixando os filhos para trás afirmou que não se arrepende de nada. A minha questão ao leitor é esta: será que ela nasceu estúpida ou tirou algum curso?
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