4 horas da manhã do dia 11/07. Estou quase a acabar mais uma sexta maluca no Blues café. Fumo um último cigarro… e quem me dera que fosse o último dos últimos. Que nunca mais pegasse naquela merda que nos consome a vitalidade enquanto que nos convence que estamos bem melhor assim.
Eu já não me convenço. Já tinha ficado 1 ano inteiro sem fumar e depois fiquei agarrado, novamente. Para que é que eu voltei a fumar? 1 ano sem fumar, 1 ano a fumar somente quando saia à noite e 2 anos a fumar 1 maço de tabaco por dia. E agora ali estava eu a fumar um dos últimos 5 cigarros do maço.
Mas já não é a mesma coisa. Agora fumo porque preciso, porque o meu corpo parece uma criancinha que não aprende nunca o que lhe faz bem ou mal e decide fazer uma birrinha quando não tem o que deseja. Mas até o meu corpo começa a rejeitar alguns do efeitos do tabaco.
Letras soltas de 4 epilépticos neuróticos... religiosos até ao tutano portanto!
sábado, 11 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Passar facturas
Devemos ou não devemos passar facturas? Encontrei-me envolvido por uma discussão onde se colocava este dilema. Creio que a questão é mais profunda do que parece à primeira vista e tem resposta no conceito de confiança social.
Quem é contra passar facturas muitas vezes refere, e com razão, que não tem lógica passar facturas quando não ajudam a descontar para os impostos. Uma pessoa pode pedir facturas por tratamentos de homeopatia ou acupunctura mas estas facturas não vão ser aceites como despesas médicas. Então porque se deve passar facturas?
Quem é contra passar facturas muitas vezes refere, e com razão, que não tem lógica passar facturas quando não ajudam a descontar para os impostos. Uma pessoa pode pedir facturas por tratamentos de homeopatia ou acupunctura mas estas facturas não vão ser aceites como despesas médicas. Então porque se deve passar facturas?
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NACIONAL
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domingo, 5 de julho de 2009
Diário de um esquecido
Este texto é uma pequena sátira aos meus esquecimentos. Apesar de não ter nenhum diário (actividade que acho muito abichanada. Imagine-se, qualquer dia até decidia escrever num blogue!) os eventos aqui apresentados são verdadeiros. Infelizmente.
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SÁTIRAS VARIADAS
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quinta-feira, 2 de julho de 2009
Pensando em Onan: implicações na actualidade
Já aqui escrevi uma sátira sobre a masturbação. A lógica deste artigo não é satirizar mas sim fazer-nos pensar. A Igreja defende que a masturbação é proibida baseada numa história do Antigo Testamento. Pessoalmente acho ridículo que as pessoas condicionem tanto a sua vida e a sua moralidade em textos escritos por povos ignorantes e extremamente atrasados. De qualquer forma, algumas pessoas levam a sério esses ensinamentos e procuram segui-los no seu dia a dia.
O que originou tantos problemas com a masturbação foi a história de Onan (daí o termo onanismo). Consegui encontrar este excerto bíblico, no Google, que descreve a história(1):
O que originou tantos problemas com a masturbação foi a história de Onan (daí o termo onanismo). Consegui encontrar este excerto bíblico, no Google, que descreve a história(1):
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RELIGIÃO
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Mullahs (mulas), casamento e prostitutas
IMAGEM 1 - com véu são 50 dinares. Sem véu são 100 dinares e uma reza na mesquita mais próxima.
O Islão é, como qualquer muçulmano sabe, uma cultura com elevados valores sociais e morais. E este excesso de valores absolutamente estupendos deve-se à forte contribuição da religião na vida das pessoas e dos seus pregadores, os mullahs (aka mulas).
É por causa destes altos valores familiares e sociais que as mulheres não tem direitos, que as mulheres podem ser assassinadas a sangue frio por se se encontrarem no carro do noivo sem mais companhia ou que as mulheres são condenadas a violação de grupos porque o seu irmão de 13 anos foi visto, de mãos dadas, com uma rapariga de outra aldeia. Tudo isto sancionado pelos mulas.
O Islão é, como qualquer muçulmano sabe, uma cultura com elevados valores sociais e morais. E este excesso de valores absolutamente estupendos deve-se à forte contribuição da religião na vida das pessoas e dos seus pregadores, os mullahs (aka mulas).
É por causa destes altos valores familiares e sociais que as mulheres não tem direitos, que as mulheres podem ser assassinadas a sangue frio por se se encontrarem no carro do noivo sem mais companhia ou que as mulheres são condenadas a violação de grupos porque o seu irmão de 13 anos foi visto, de mãos dadas, com uma rapariga de outra aldeia. Tudo isto sancionado pelos mulas.
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SÁTIRAS RELIGIOSAS
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