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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cabeça de Vento e Sexo Oral

Faz uns poucos dias conheci uma mulher linda de morrer. Um sorriso eliminador de qualquer tipo de tristeza, uns olhos brilhantes e vivos capazes de iluminar a noite mais escura. Olhava-a enquanto ela abandonava o corpo às ondulações musicais que inundavam a discoteca. E pensava na sorte que teria em poder conhece-la, abraçá-la e poder sentir aquela doce ilusão de possuir a mais pura beleza. Tive o privilégio de a conhecer, depois de umas trocas de olhares tímidos mas insinuantes.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Crónicas do Dom Juan Lusitano: Regulamentar a foda

Venho escrever este texto como critica ao atraso social existente em Portugal, no que concerne à regulamentação da foda. Infelizmente, em Portugal, a foda não está regulamentada e os cursos da foda não são homolgados.

Qualquer um pode dizer que fode ou que faz milagres na cama ou o que quiser. Não existe um discurso sério e credível. Prometem-se 7 fodas quando nem se conseguem dar 2. Promete-se mangalhos de 19 centímetros quando, com muita dificuldade, se chega aos 14. As mulheres andam a ser enganadas por pessoas sem escrúpulos e sem formação.

Qualquer um pode foder sem ter a formação necessária para o fazer. Isto não deveria ser permitido. Neste mesmo momento enquanto escrevo este texto, estou a ouvir os meus vizinhos a dar uma foda. Na realidade só o consigo ouvir a ele e com uma vozinha muito abichanada a gritar “haaaa haaaa haaaa”. Parto do princípio que ou está a tocar à sarapitola sem permissão dos pais ou está a escancarar os entrefolhos virginais a uma maluca qualquer que ainda não se apercebeu bem do que está a acontecer.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Crónicas do Dom Juan Lusitano: experiências gastronómicas

IMAGEM 1 - E a menina também gosta de beringela?

Nada melhor nas férias, que aproveitar o tempo para engatar gajas à conta dos meus dotes culinários. Um Dom Juan que se preze domina a arte da cozinha e de comer à mesa. De comer à mesa e de a comer à mesa.

Uma vez que tinha muito tempo tempo livre achei que devia passá-lo a diversificar as minhas experiências gastronómicas. Para tal precisei de estudar bem o mercado para saber em que é que devia investir.

O primeiro passo consistiu em procurar preços mais acessíveis nos hipermercados perto de casa. Procurei no Continente e no Pingo Doce que ficavam perto do meu bairro. O primeiro convenceu-me, por várias razões, sendo a mais importante que está cheio de gajas boas. É um excelente terreno de caça. Desde cotas com melões maduros e docinhos até meninas de 16 anos com peitinhos tenrinhos e suculentos.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Crónicas do Dom Juan Lusitano: imigração ilegal fode

IMAGEM 1 - Querem vir brincar às obras? Eu martelo e vocês são marteladas?


Boa noite caro leitor. Como deve ter reparado, este texto fala sobre um sério problema que afecta a estrutura social da nossa sociedade, pelo menos quando contextualizado socialmente, ou seja, nas imbricadas estruturas sociais. E como amiúde acontece, um problema social, afecta a qualidade da foda do Dum Juan Lusitano. O leitor deve estar a pensar em como este problema afecta o meu dom em satisfazer as mulheres. Permitam-me contar a história…

No meu bairro – que evidentemente não direi o nome – eu tinha um cantinho especial para usar o meu martelo pneumático nas juntas das máquinas lusitanas. Existia um pequeno estaleiro (uma amostra de estaleiro!), em frente a um prédio em construção que oferecia a privacidade necessária para as alturas em que era necessário dar umas pinceladas rectais!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Crónicas do Dom Juan Lusitano: honestidade na primeira noite

IMAGEM 1 - Querem ver o resto? Arrajem a vossa própria gaja... se não me tivesses fugido até te papava os ossinhos.


A semana passada aproveitei a ausência, por motivos profissionalis, da minha dama para sair e conviver um pouco com outros espécimens do sexo fraco. Após uns copinhos lá consegui encontrar uma gaja com bom gosto. Dançámos, bebemos muito álcool e acabámos na cama da minha fêmea alfa.

Comecei por despir-lhe a camisa e beijar o pescoço. Depois tirei a alça do soutien e acariciei-lhe o peito. acariciei-lhe o peito? Foda-se, que paneleirada de linguagem é esta? Não beijei peito nenhum. Lambuzei aqueles tetões maravilhosos! Agora sim, a linguagem está mais de acordo com o blogue. O leitor que me perdoe mas por vezes eu ofereço a mim mesmo demasiada liberdade poética.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Bruxismo e doenças sexualmente transmissíveis

Faz uns tempos tive uma namorada. Foi muito interessante porque pela primeira vez namorei com uma fêmea da minha espécie. Numa noite dormíamos calmamente quando acordei sobressaltado com uns barulhos que mais pareciam tiros.

Reparei que era ela que fazia esses barulhos. Sofria de bruxismo e quando não usava a boqueira para dormir, fazia barulhos que lembravam um dos piores campos de batalha da 2ª guerra mundial. Após 2 noites a dormir com ela e o Call of Duty deixou de me meter medo. Felizmente não fiquei com trauma pós-guerra.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Crónicas do Dom Juan Lusitano: ensinar os mestres

Recentemente tenho vagueado pela net há procura de textos que abordassem o problema do engate. Achei que era tempo de eu analisar os conhecimentos dos grandes mestres da conquista e comparar resultados e métodos. Encontrei alguns textos engraçados. Não digo cómicos porque não quero ofender aqueles que se acham grandes engatatões. Só não compreendi a razão que leva imensos homens a gastar tempo com aquelas baboseiras: acham mesmo que tipos como tony Clinck ou DeAngelo percebem alguma coisa de engates? Eles só sabem vender o peixe deles… a homens.

Li, inclusivamente, um site onde se afirmava que as mulheres não têm preferência por homens com dinheiro. Isto é excelente para fazer um pobre gastar dinheiro no livro que se vende. Estes senhores gostam de passar ao lado da realidade e os leitores deles também. Para provar o meu ponto de vista decidi averiguar os seus conselhos em relação à conquista do sexo fraco e fazer exactamente o oposto.

David DeAngelo enviou-me um mail onde falava dos 10 erros que nunca se devem cometer quando se caçam gajas. São eles:

domingo, 26 de abril de 2009

Crónicas do Dom Juan Lusitano: sexo e gases

Imagem 1 - esta menina também comeu pipocas-feijão.

Ontem há noite tive uma experiência deveras traumatizadora. Fui ao cinema com uma garina, comprámos umas pipocas, vimos o filme e depois levei-a ao meu descampado para lhe dar uns arrebitos nos entrefolhos.

Infelizmente parece-me que as pipocas daquele cinema eram feitas de feijões porque fiquei com uns gases de merda. Fui à casa de banho no intervalo do filme e os peidos pareciam uma mistura de 9ª sinfonia de Beethoven com esclerose múltipla e um ataque de armas biológicas. O problema é que, após o cinema, e enquanto lhe dava umas atravancadas ficava com uma vontade fenomenal de me cagar todo.

Comecei a dar-lhe umas com força e lentamente porque quando acelerava quase que perdia o controlo dos esfíncteres. “Não me posso cagar” – pensei – “que tipo de homem se caga enquanto faz o amor?”.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Crónicas do Dom Juan Lusitano: Conversas de café XXX

Estava recentemente a falar com uma amiga. Sabem aquelas conversas com uma amiga sobre a amiga dessa amiga? Dizia-me, a minha amiga, que a amiga dela (da minha amiga) estava muito triste porque o namorado rompera com ela. Tão triste ficou ela que perdeu 14 kilos em menos de 2 meses.

No meio do bate papo dei uma ideia muito útil para ela esquecer o namorado. É uma forma muito simples, que permite manter o equilíbrio mental tão necessário nestes momentos. Também ajuda a recuperar a auto-estima e a manter uma vida sexual saudável. Devem estar a pensar no que será? Falo obviamente da pornografia na net.

domingo, 10 de agosto de 2008

Crónicas do Dom Juan Lusitano: dançar com brasileira mamalhuda

Existem umas festas que se fazem na capital lusitana, com música europeia, lá para os lados de Xabregas e Poço do Bispo. E como é evidente nenhuma festa na capital tem reconhecimento se não receber a minha visita. Eu sou o Joaquim Cortez dos pobres da capital.

Entre as várias damas que disputavam o lugar de professora de dança do vosso amigo, acabou por sair vencedora, uma brasileira podre de boa com um par de mamas descomunal. A gaja lá me ensinou as posições mais básicas e os passos de dança. Eu ia olhando para os meus pés enquanto contava os diferentes passos.