“Como é que uma doença como a SIDA consegue destruir o sistema imunitário humano? Como é que cidades como Nova Iorque ou Tóquio conseguem fornecer alimentos, medicamentos, vestuário e outros bens essenciais a milhões de habitantes? O funcionamento de sistemas tão imensamente complexos como estes tem permanecido envolto em mistério. Nas suas pesquisas recentes, John Holland e os seus colegas do Instituto de Santa Fé e da Universidade do Michigan abriram novos caminhos para a solução do problema. Holland – o criador dos algoritmos genéticos e um dos pioneiros das novas ciências da complexidade – tem estado envolvido desde o início na emergência de um novo campo de investigação: o dos sistemas adaptáveis complexos. Esta obra de ruptura – escrita com a autoridade científica e o estilo inconfundível de Holland – oferece-nos pela primeira vez um síntese coerente desta disciplina emergente.
Letras soltas de 4 epilépticos neuróticos... religiosos até ao tutano portanto!
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domingo, 8 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
GÖDEL, ESCHER, BACH Laços Eternos
“Afinal de contas, de que trata exactamente este livro, Gödel, Escher, Bach: Laços Eternos – mais conhecido pela sigla GEB?
Esta questão tem-me perseguido desde que principiei a escrevinhá-lo, em 1973. Alguns amigos procuravam saber, é claro, o que me prendia tanto, mas sempre tive enorme dificuldade em explicá-lo concisamente. Anos mais tarde, em 1980, quando GEB já se encontrava durante algum tempo na lista de topo de vendas do The New York Times, a frase sumária obrigatória que publicitava o título durante várias semanas dizia: «Um cientista argumenta que a realidade é um sistema de tranças interligada.» Depois de eu ter protestado veementemente contra esta evidente grosseria, substituíram-na por algo um pouco melhor, apenas com precisão suficiente para apaziguar os meus protestos.
Esta questão tem-me perseguido desde que principiei a escrevinhá-lo, em 1973. Alguns amigos procuravam saber, é claro, o que me prendia tanto, mas sempre tive enorme dificuldade em explicá-lo concisamente. Anos mais tarde, em 1980, quando GEB já se encontrava durante algum tempo na lista de topo de vendas do The New York Times, a frase sumária obrigatória que publicitava o título durante várias semanas dizia: «Um cientista argumenta que a realidade é um sistema de tranças interligada.» Depois de eu ter protestado veementemente contra esta evidente grosseria, substituíram-na por algo um pouco melhor, apenas com precisão suficiente para apaziguar os meus protestos.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Biologia da Consciência de Gerald M. Edelman
Como é que pensamos? O que faz de nós sermos seres dotados de consciência, capazes de recordar, de perceber o mundo em redor, de experimentar as paixões?
Gerald Edelman, um dos neurobiólogos mais eminentes, leva-nos numa viagem fascinante, percorrendo tópicos fundamentais como a evolução, e a natureza da percepção, da linguagem e da individualidade, assim como a apresentação do conjunto de mecanismos que constituem o espírito humano. Com base na tese de que a biologia possui a chave para compreender o cérebro e na perspectiva evolucionista de que o espírito surge numa determinada altura da história, o autor aborda o difícil problema do suporte material do espírito humano, percorrendo, para esse efeito, as psicologia, a física, a medicina, a filosofia e mesmo outras áreas do saber.
Gerald Edelman, um dos neurobiólogos mais eminentes, leva-nos numa viagem fascinante, percorrendo tópicos fundamentais como a evolução, e a natureza da percepção, da linguagem e da individualidade, assim como a apresentação do conjunto de mecanismos que constituem o espírito humano. Com base na tese de que a biologia possui a chave para compreender o cérebro e na perspectiva evolucionista de que o espírito surge numa determinada altura da história, o autor aborda o difícil problema do suporte material do espírito humano, percorrendo, para esse efeito, as psicologia, a física, a medicina, a filosofia e mesmo outras áreas do saber.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
CAOS de James Gleyck
CAOS é uma obra de divulgação científica absolutamente excelente. James Gleyck nasceu em Nova Iorque sendo, desde 1978, jornalista e repórter científico do New York Times.
Escreveu “CAOS A Construção de Uma Nova Ciência” em 1987 e com ela recebeu o National Book Award para a categoria de não-ficção.
Apesar de escrito em 1987 o livro ainda hoje é actual pelo simples facto de que relata imensos episódios históricos e consegue explicar de forma brilhante em que consiste a teoria do Caos. Se o leitor é um iniciante e gostaria de saber mais, então, esta é a primeira obra que deve adquirir.
Escreveu “CAOS A Construção de Uma Nova Ciência” em 1987 e com ela recebeu o National Book Award para a categoria de não-ficção.
Apesar de escrito em 1987 o livro ainda hoje é actual pelo simples facto de que relata imensos episódios históricos e consegue explicar de forma brilhante em que consiste a teoria do Caos. Se o leitor é um iniciante e gostaria de saber mais, então, esta é a primeira obra que deve adquirir.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
A Terceira Cultura: para além da Revolução Científica
“A terceira cultura assenta no trabalho experiemtal e nas especulaçõs teóricas de cientistas e outros pensadores do mundo empírico que têm vindo a ocupar o espaço dos intelectuais tradicionais no esclarecimento do sentido mais profundo da vida, redefinindo quem somos e o que somos.
Nos últimos anos, o palco da vida intelectual norte-americana mudou de rumo e, com isso, a inteligência tradicional viu-se cada vez mais marginalizada. Uma educação baseada nas ideias de Freud, Marx e do modernismo, típica dos anos 50, já não constitui qualificação suficiente para um pensador dos anos 90. De facto, os intelectuais americanos tradicionais mostram-nse, numcerto sentido, cada vez mais reaccionários e, com muita frequência, ignoram com orgulho, e até uma certa dose de perversidade, muitas das questões intelectuais verdadeiramente significativas do nosso tempo. A sua cultura, que repudia a ciência é, muitas vezes, abstrata. Utiliza um jargão muito próprio e fecha-se em capelinhas exclusivistas. A profusão de comentários é uma das suas principais características, e esta espiral infernal de especulações que se rebatem umas às outras leva-os a um ponto em que o mundo real acaba por se perder.
Nos últimos anos, o palco da vida intelectual norte-americana mudou de rumo e, com isso, a inteligência tradicional viu-se cada vez mais marginalizada. Uma educação baseada nas ideias de Freud, Marx e do modernismo, típica dos anos 50, já não constitui qualificação suficiente para um pensador dos anos 90. De facto, os intelectuais americanos tradicionais mostram-nse, numcerto sentido, cada vez mais reaccionários e, com muita frequência, ignoram com orgulho, e até uma certa dose de perversidade, muitas das questões intelectuais verdadeiramente significativas do nosso tempo. A sua cultura, que repudia a ciência é, muitas vezes, abstrata. Utiliza um jargão muito próprio e fecha-se em capelinhas exclusivistas. A profusão de comentários é uma das suas principais características, e esta espiral infernal de especulações que se rebatem umas às outras leva-os a um ponto em que o mundo real acaba por se perder.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Armas, Germes e Aço de Jared Diamond
No último artigo escrevi sobre um livro realmente impressionante; Revolução na ciência 1500-1750. Este artigo é dedicado a um livro que considero ainda maior. Existem alguns livros que me fizxeram sentir fazer parte de uma obra grandiosa, que de encheram de alegria enquanto os lia e tristeza quando os acabei de ler. “Quero mais… quero repetir” é o que nos passa pela cabeça, na presença desses livros. Um deles é esta obra absolutamente estupenda de Jared Diamond.
Jared Diamond é professor de Fisiologia na Universidade da Califórnia, Los Angeles, e um dos melhores escritores de divulgação cientifica. Na minha opinião, este é o seu melhor livro. Pergunto-me quando será possível aos alunos do secundário lerem este tipo de livros e poderem aprender com eles. Vencedor do prémio Pulitzer, este livro conquistou os críticos e todos aqueles que o leram.
Jared Diamond é professor de Fisiologia na Universidade da Califórnia, Los Angeles, e um dos melhores escritores de divulgação cientifica. Na minha opinião, este é o seu melhor livro. Pergunto-me quando será possível aos alunos do secundário lerem este tipo de livros e poderem aprender com eles. Vencedor do prémio Pulitzer, este livro conquistou os críticos e todos aqueles que o leram.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
A Revolução Na Ciência 1500-1750
Esta é daquelas obras que se podem classificar como OBRIGATÓRIAS. Entre imensos livros bons existem alguns que atingem a imortalidade pela sua qualidade. São poucos os livros que o conseguem. Lembro-me de alguns como Armas, Germes e Aço (sobre o qual irei escrever), Diplomacia, A ideia Perigosa de Darwin, entre outros. Este é daqueles livros que numa escala de 0 a 5 receberia 7. É OBRIGATÓRIO, OBRIGATÓRIO, OBRIGATÓRIO.
Como o título do livro indica. O assunto abordado é a história da ciência ao longo de 250 anos ricos em descobertas e discussões acaloradas. Foi um dos períodos mais marcantes da história da ciência. Conhecer os seus personagens e os seus feitos, os campos de ideias sobre os quais se debatiam e pelos quais se debatiam, a criação de um espírito crítico e a interpenetração destes e outros factores é o doce sumo que este livro nos oferece.
Como o título do livro indica. O assunto abordado é a história da ciência ao longo de 250 anos ricos em descobertas e discussões acaloradas. Foi um dos períodos mais marcantes da história da ciência. Conhecer os seus personagens e os seus feitos, os campos de ideias sobre os quais se debatiam e pelos quais se debatiam, a criação de um espírito crítico e a interpenetração destes e outros factores é o doce sumo que este livro nos oferece.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
A heresia de Darwin: O eterno retorno do criacionismo de Thomas Lepeltier
“A origem da vida e a evolução das espécies sempre agitaram o espírito do Homem. Será que existem animais capazes de surgir do nada, como acreditam os defensores da geração espontânea? Será o homem um produto do acaso e de uma selecção natural, como actualmente pensam os biólogos darwinistas?
Um ténue odor a enxofre paira ainda sobre estas perguntas difíceis. Uma pequena intervenção por parte de um criador omnisciente não seria suficiente para lhes dar resposta? A tentação de hibridar a ciência e a religião não é uma coisa nova.
Presente bem antes de Darwin e da sua teoria da evolução, ela ressurge regularmente. Em cada reaparição, cria uma nova oportunidade para opor a razão à fé, dois domínios menos estanques do que se pensa – mas, em todo o caso, explorados de modo bastante semelhante pelos velhos demónios da intolerância.”
Contra-capa da obra
Um ténue odor a enxofre paira ainda sobre estas perguntas difíceis. Uma pequena intervenção por parte de um criador omnisciente não seria suficiente para lhes dar resposta? A tentação de hibridar a ciência e a religião não é uma coisa nova.
Presente bem antes de Darwin e da sua teoria da evolução, ela ressurge regularmente. Em cada reaparição, cria uma nova oportunidade para opor a razão à fé, dois domínios menos estanques do que se pensa – mas, em todo o caso, explorados de modo bastante semelhante pelos velhos demónios da intolerância.”
Contra-capa da obra
terça-feira, 20 de outubro de 2009
ZERO A Biografia De Uma Ideia Perigosa
A gradiva publicou, na sua espectacular colecção Ciência Aberta, esta obra de Charles Seife. Charles é um correspondente da revista New Scientist sendo uma matemático pós-graduado pela Universidade de Yale.
Esta obra é absolutamente excepcional. Encontra-se recheada de pormenores históricos deliciosos e foi banhada por uma escrita fluida e simples que permite a qualquer pessoa compreender as ideias lá explanadas. Um livro simples, belo e obrigatório para quem se interessa pela história da matemática e da ciência.
John Rennie, editor-chefe da Scientific American fez a seguinte crítica a esta obra:
«ZERO: A BIOGRAFIA DE UMA IDEIA PERIGOSA descreve, com humor, rigor e fascínio, como um digito atormentou e fascinou os intelectuais desde a velhas Atenas até Los Alamos. Charles Seife, habilmente, defende que o conceito do nada e o seu gémeo exibicionista, a infinidade, revolucionaram as fundações da civilização e do pensamento filosófico. Se já é um apaixonado da matemática ou da ciência, vai deliciar-se com este livro; se ainda não é, vai ser quando acabar de o ler.»
Esta obra é absolutamente excepcional. Encontra-se recheada de pormenores históricos deliciosos e foi banhada por uma escrita fluida e simples que permite a qualquer pessoa compreender as ideias lá explanadas. Um livro simples, belo e obrigatório para quem se interessa pela história da matemática e da ciência.
John Rennie, editor-chefe da Scientific American fez a seguinte crítica a esta obra:
«ZERO: A BIOGRAFIA DE UMA IDEIA PERIGOSA descreve, com humor, rigor e fascínio, como um digito atormentou e fascinou os intelectuais desde a velhas Atenas até Los Alamos. Charles Seife, habilmente, defende que o conceito do nada e o seu gémeo exibicionista, a infinidade, revolucionaram as fundações da civilização e do pensamento filosófico. Se já é um apaixonado da matemática ou da ciência, vai deliciar-se com este livro; se ainda não é, vai ser quando acabar de o ler.»
domingo, 25 de janeiro de 2009
A Criação do Universo
Só o título é apelativo o suficiente para nos fazer comprar e desfrutar deste livro. Se o título é apelativo o livro em si é fantástico tendo somente um pequeno senão. Foi publicado em 1994 pelo que já se encontra no mercado livros mais actuais.
O que me faz, então, aconselhar esta obra ao leitor? É simples. Grande parte das pessoas acha que não é possível escrever um livro sobre física, com fórmulas físicas, que seja considerado apelativo. Os autores deste livro provam o contrário.
O que me faz, então, aconselhar esta obra ao leitor? É simples. Grande parte das pessoas acha que não é possível escrever um livro sobre física, com fórmulas físicas, que seja considerado apelativo. Os autores deste livro provam o contrário.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
A prodigiosa aventuras das plantas
«Se os animais nos apiaxonam, é porque estão próximos de nós, a ponto de por vezes pensarmos que nos reconhecemos neles.
Mas as plantas, imóveis, silenciosas, em que é que se parecem conosco?
Tal como os animais, viveram uma grande epopeia: a epopeia da evolução. Assim como nós, têm uma história. Ao ve-las viver, descobrimos nelas «hábitos» e «comportamentos» que nos pertencem também.
Mas as plantas, imóveis, silenciosas, em que é que se parecem conosco?
Tal como os animais, viveram uma grande epopeia: a epopeia da evolução. Assim como nós, têm uma história. Ao ve-las viver, descobrimos nelas «hábitos» e «comportamentos» que nos pertencem também.
terça-feira, 22 de abril de 2008
A Hipótese Espantosa: busca cientifica da alma
“Este livro versa sobre o mistério da consciência e de como explicá-la em termos científicos. Não sugiro uma solução imediata para o problema. Gostava de o poder fazer, mas, para já, isso parece-me bastante difícil. É certo que alguns filósofos vivem na ilusão de que já conseguiram resolver o mistério, mas para mim as suas explicações não tem o toque da verdade científica. Aquilo que aqui tentei fazer foi esboçar a natureza geral da consciência e apresnetar algumas sugestões sobre o modo como a estudar experiemtalmente. Proponho uma determinada estratégia de investigação e não uma teoria desenvolvida na sua globalidade. Aquilo que pretendo é saber exactamente o que se passa no meu cérebro quando vejo qualquer coisa.
Alguns leitores sentir-se-ão desiludidos com esta abordagem, já que, por uma questão de táctica, descura deliberadamente muitos aspectos da consciência que gostariam de ver discutidos – em particular uma eventual definição. Não se ganham batalhas procurando discutir com precisão o que é que se quer dizer com a palavra batalha. É preciso ter boas tropas, boas armas, uma boa estratégia e, então, atingit duramente o inimigo. O mesmo se aplica no caso da resolução de um problema científico difícil.
Alguns leitores sentir-se-ão desiludidos com esta abordagem, já que, por uma questão de táctica, descura deliberadamente muitos aspectos da consciência que gostariam de ver discutidos – em particular uma eventual definição. Não se ganham batalhas procurando discutir com precisão o que é que se quer dizer com a palavra batalha. É preciso ter boas tropas, boas armas, uma boa estratégia e, então, atingit duramente o inimigo. O mesmo se aplica no caso da resolução de um problema científico difícil.
terça-feira, 25 de março de 2008
Os Três Primeiros Minutos de Steven Weinberg
“Até há relativamente pouco tempo, os cientistas não podiam confiar em nenhuma teoria sobre a origem do universo. A situação, contudo, modificou-se significativamente. E, 1965, surgiu a inesperada e extraordinária descoberta de uma radiação cósmica estática, no domínio do microondas, resíduo fóssil da fase explosiva do universo primitivo. Seguiu-se-lhe um aturado trabalho teórico e, hoje em dia, existe uma teoria sobre o universo primitivo a que os astrónomos aderiram tão completamente que lhe chamam «modelo-padrão».
Com esta obra, temos pela primeira vez perante nós uma versão autorizada daquilo que se julga ter acontecido durante os três primeiros minutos do universo, bem como o relato excitante dessa descoberta. Setven Weinberg, o briulhante físico teórico de Harvard, transporta-nos aos primórdios do universo com uma clareza e graça extraordinárias, usando uma linguagem extremamente acessível que permite a qualquer leigo em física ou matemática a compreensão dos fenómenos ocorridos.
Com esta obra, temos pela primeira vez perante nós uma versão autorizada daquilo que se julga ter acontecido durante os três primeiros minutos do universo, bem como o relato excitante dessa descoberta. Setven Weinberg, o briulhante físico teórico de Harvard, transporta-nos aos primórdios do universo com uma clareza e graça extraordinárias, usando uma linguagem extremamente acessível que permite a qualquer leigo em física ou matemática a compreensão dos fenómenos ocorridos.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Simetria Perfeita de Heinz R. Pagels
“Com Simetria Perfeita, o autor de O Código Cósmico, Heinz Pagels, transporta-nos às fornteiras do pensamento científico, ao estado do universo no momento do big bang e, antes ainda, à criação desse mesmo universo a partir do nada. Escrevendo com inimitável elegância, o Dr. Pagels pressagia com esta sua obra um momento em que, num futuro próximo, os físicos deterão todos os elementos necessários à compreensão do origem, natureza e evolução do universo.
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